31.8.09
Michael Chabon reflete sobre a maravilhosa impossibilidade dos trajes de super-heróis.
30.8.09
29.8.09
Se pergunte sempre "o que Don Draper faria?".
Marcadores: Humor
28.8.09
27.8.09
26.8.09
É fácil se tornar o especialista em computadores da sua região: é só seguir esse diagrama.
Marcadores: Computadores, HQ
23.8.09
21.8.09
Um guia para ler Love and Rockets, um dos quadrinhos que merece uma edição constante e confiável em português.
Marcadores: HQ
20.8.09
16.8.09
Pedro Doria se despede do blog.
Marcadores: blog
15.8.09
Um jantar no El Bulli, considerado o melhor restauant no universo conhecido.
Marcadores: Comida
13.8.09
Quarenta tecnologias obsoletas.
Marcadores: Listas, Tecnologia
Jesus deve ser o principal alvo de arte de baixa qualidade, como mostram essas imagens.
Uma nova taxonomia das gerações americanas, com novos nomes e períodos diferentes.
Marcadores: Idéias
The Man Who Keeps Walking - um comercial onde Robert Carlyle conta a história de uma marca de whisky.
Marcadores: Video
11.8.09
This is all harder for babies and young children. They are largely at the mercy of the environment. Simple experiments demonstrate that babies are, for the most part, trapped in the here and now, a conclusion supported by the finding that the part of the brain responsible for inhibition and control, the prefrontal cortex, is among the last to develop. Gopnik uses the example of an adult being dumped into the middle of a foreign city, knowing nothing about what's going on, with no goals and plans, constantly turning to see new things, and struggling to make sense of it all. This is what it's like to be a baby—only more so, since even the most stressed adult has countless ways of controlling attention: We can look forward to lunch, imagine how we would describe this trip to friends, and so on. The baby just is. It sounds exhausting, which might explain why infants spend so much of their time sleeping or (like some travelers) fussing.
Marcadores: mente
10.8.09
Um ensaio fotográfico com o cardápio de últimas refeições de condenados à morte.
Vinte e um escritores e vinte e um artistas que mudaram a cara dos quadrinhos. As listas supostamente se restringem a gente do mainstream, mas têm gente como Harvey Pekar, Chris Ware e Basil Wolverton.
Marcadores: HQ
9.8.09
Fail: WIN!
Marcadores: Linguagem
Uma breve história dos hipsters.
Marcadores: Comportamento
7.8.09
Onde está Asterix?
Marcadores: HQ
5.8.09
Acredite ou não, o mundo está ficando mais pacífico.
Marcadores: História
Um pedacinho de Kill Your Boyfriend, uma das melhores histórias curtas de Grant Morrison - e que, miraculosamente, saiu no Brasil. (Outra é St. Swithn's Day.)
Marcadores: HQ
4.8.09
Dia de Gibi Novo: El Eternauta
Escrita por Héctor Germán Oesterheld e desenhada por Francisco Solano López, El Eternauta é uma história em quadrinhos argentina publicada originalmente entre 1957 e 1959. A história de ficção científica narra os eventos acontecidos em Buenos Aires durante uma invasão alienígena à Terra.
A história começa com a aparição diante de um roteirista do Eternauta, um viajante do tempo e espaço que começa a narrar a história da invasão. A tal invasão começa de forma bastante original, com uma "nevasca" brilhante mortífera, que mata tudo que toca e o consequente esforço dos personagens - o protagonista Juan Salvo, o professor Favali, Lucas e a mulher e filha de Salvo - para lidar com a morte de todos em Buenos Aires. Depois de algum tempo lidando com esse novo mundo, a história passa a tratar da resistência humana na cidade e se torna um estranho quadrinho de guerra.
Apesar de muito interessante, a série tem vários defeitos. O principal deles é a repetição de eventos e a constante recapitulação - consequências do formato seriado da publicação original. O diálogo também é bastante melodramático e às vezes os eventos não fazem muito sentido - é Deux Ex Machina a cada meia hora. Apesar desses defeitos, a série me parece ter sido feita para adultos, tanto pela premissa pesada como pelo desenrolar dos acontecimentos.
A arte é mediana e lembra a das tiras de aventura de segunda. Muitas vezes ela é apenas esquemática e constantemente faltam detalhes: um dos tipos de invasores - os "cascorudos" - aparecem na maior parte do tempo como círculos negros. A diagramação constante - só me lembro de duas páginas com quadros em formatos diferentes - também prejudica a narrativa, já que todos os momentos têm o mesmo peso na página.
Por outro lado, é interessante como o protagonista Salvo é um homem comum - e muito menos capaz que seus coadjuvantes. Outra coisa que gostei bastante, tendo estado recentemente em Buenos Aires, é a referência - até onde percebi correta - às ruas e marcos da cidade.
Também comprei um volume chamado El Eternauta II, que parece recontar a mesma história de uma forma mais moderna. Assim que tiver lido, comento aqui.
Escrita por Héctor Germán Oesterheld e desenhada por Francisco Solano López, El Eternauta é uma história em quadrinhos argentina publicada originalmente entre 1957 e 1959. A história de ficção científica narra os eventos acontecidos em Buenos Aires durante uma invasão alienígena à Terra.
A história começa com a aparição diante de um roteirista do Eternauta, um viajante do tempo e espaço que começa a narrar a história da invasão. A tal invasão começa de forma bastante original, com uma "nevasca" brilhante mortífera, que mata tudo que toca e o consequente esforço dos personagens - o protagonista Juan Salvo, o professor Favali, Lucas e a mulher e filha de Salvo - para lidar com a morte de todos em Buenos Aires. Depois de algum tempo lidando com esse novo mundo, a história passa a tratar da resistência humana na cidade e se torna um estranho quadrinho de guerra.
Apesar de muito interessante, a série tem vários defeitos. O principal deles é a repetição de eventos e a constante recapitulação - consequências do formato seriado da publicação original. O diálogo também é bastante melodramático e às vezes os eventos não fazem muito sentido - é Deux Ex Machina a cada meia hora. Apesar desses defeitos, a série me parece ter sido feita para adultos, tanto pela premissa pesada como pelo desenrolar dos acontecimentos.
A arte é mediana e lembra a das tiras de aventura de segunda. Muitas vezes ela é apenas esquemática e constantemente faltam detalhes: um dos tipos de invasores - os "cascorudos" - aparecem na maior parte do tempo como círculos negros. A diagramação constante - só me lembro de duas páginas com quadros em formatos diferentes - também prejudica a narrativa, já que todos os momentos têm o mesmo peso na página.
Por outro lado, é interessante como o protagonista Salvo é um homem comum - e muito menos capaz que seus coadjuvantes. Outra coisa que gostei bastante, tendo estado recentemente em Buenos Aires, é a referência - até onde percebi correta - às ruas e marcos da cidade.
Também comprei um volume chamado El Eternauta II, que parece recontar a mesma história de uma forma mais moderna. Assim que tiver lido, comento aqui.
Marcadores: HQ
Vídeo de uma granada inflando antes de explodir.
Marcadores: Video






